Caso Setúbal na Rede || o início do pesadelo

Numa narrativa simples e de fácil leitura, escrita na primeira pessoa, continuo a descrever os factos rigorosamente, que me levaram a processar o diretor do referido órgão de comunicação social. 

O início do pesadelo 
11/Novembro/2013 

Na primeira semana de Novembro, o IEFP pediu ao Sr. X para entregar os documentos do estágio, assinados. Nesse mesmo dia, o referido cidadão começou com uma conversa estranha, que não sabia se haveria de entregar os documentos ou desistir do processo, porque precisou da minha ajuda para fazer as notícias dos debates autárquicos (ver alguns exemplos de notícias em anexo), mas agora poderia arranjar outra estagiária sem ter que lhe pagar. Ao seguir com a candidatura no Instituto de Emprego e Formação Profissional teria que suportar os custos da taxa social única e da segurança social, num valor que ultrapassava os cem euros. 

Mostrou-se bastante indeciso quanto à atitude a tomar e pediu para contactar a minha mãe. Ao que me foi dito, a conversa telefónica correu bem, e o Sr. X afirmou que no dia seguinte eu ficava a saber da sua decisão. 

Por volta das 11h00 do dia 12 de Novembro solicitei ao diretor do jornal Setúbal na Rede que me informasse da sua decisão e fiquei a saber, pelo mesmo, que uma hora antes já tinha entregado os respetivos documentos no IEFP de Setúbal. 

A partir desse dia, o Sr. X mal falava para mim e quando lhe fazia alguma pergunta sobre o trabalho, dava respostas vagas e hostis. Perguntei o porquê dessa mudança brusca de atitude, mas não obtive qualquer resposta. Nesse dia disse-me apenas que se eu fizesse algum tipo de queixa contra ele, lhe destruiria a vida, porque teria que contratar um advogado e pagar despesas judiciais, não tendo dinheiro para suportar as mesmas. Adiantou-me que deu a casa como garantia, quando contraiu empréstimos junto do banco. 

Continuei a trabalhar como habitual e produzia diariamente notícias, apesar de, nunca ter recebido dinheiro nem existirem descontos para a segurança social. Fazia-o de livre vontade, à espera que o IEFP pedisse para eu entregar os meus documentos, o que veio a acontecer na primeira semana de Dezembro. 

Só tive conhecimento que já poderia entregar os documentos, quando telefonei para o IEFP e me foi avançada essa informação. 

Dirigi-me ao Instituto de Emprego e Formação Profissional de Setúbal, onde entreguei um documento das finanças, um comprovativo da segurança social, que atestava a não existência de descontos, a fotocópia do cartão de cidadão, a fotocópia do certificado de habilitações e o currículo. 

No dia seguinte a entidade empregadora recebeu um email, onde constava um documento para ambos assinarmos e referirmos o dia em que o estágio poderia começar. 

Tomei conhecimento do envio desse documento pelo IEFP, porque o Sr. X nunca me deu conhecimento da existência do mesmo. 

Perguntei à entidade empregadora se tinha recebido o documento e se era possível iniciar o estágio a 9 de Dezembro. 

Recebi uma resposta negativa, mas também extremamente agressiva, onde houve ofensas psicológicas. Vi-me obrigada a sair da redação e nesse dia não voltei ao jornal. 

Apresentei-me ao trabalho no dia seguinte, à hora habitual e comportei-me como se nada tivesse acontecido na tarde anterior, apesar de, terem existido ameaças de agressão.











Amanhã podem ficar a conhecer o Fim deste Caso! 

2 comentários :

  1. Que falta de educacao da entidade empregadora... tambem nao tolero ofensas psicologikas nem nenhumas...
    Kero saber o final da historia...

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  2. Que situação essa e ainda por cima com ameaças de agressão. Quero ver o final da história para ver até que ponto chegou....
    Beijinhos <3

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